O programa de digitalização da Colecção Nacional atingiu esta semana a marca das 2.048 peças processadas — cerca de 14% do catálogo nacional total. Os modelos 3D estão a ser progressivamente disponibilizados em acesso aberto na plataforma digital do Museu.
A equipa do laboratório, coordenada pela Eng.ª Sofia N'Gangula, desenvolveu um protocolo padronizado que garante qualidade técnica uniforme e compatibilidade com os principais repositórios internacionais de património digital.
"Cada peça que digitalizamos é simultaneamente uma forma de preservação e de abertura", explica N'Gangula. "O objecto físico permanece protegido no nosso acervo, mas o modelo digital pode ser estudado por um investigador em Lisboa, utilizado por um professor em Malanje ou admirado por um cidadão em qualquer parte do mundo."
O programa prossegue até 2026, com o objectivo de completar a totalidade do acervo.



