ArqueologiaAngolana
Guardião do património arqueológico de Angola. Dos mais antigos vestígios humanos da África austral às cidades dos grandes reinos bantu. Um arquivo vivo da memória do território.
Cartografia
do território
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Investigação
em curso
Escavações, prospecções e estudos conduzidos pelo Museu em parceria com universidades nacionais e internacionais.
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Nova campanha de escavações nos níveis clássicos de Dundo, apoiada por técnicas de datação por luminescência (OSL) e radiocarbono (C14), tem como objectivo refinar a cronologia da cultura Lupembense — uma das mais antigas indústrias líticas documentadas em África Central.

Programa de longo prazo para digitalizar integralmente o acervo nacional do Museu através de fotogrametria 3D, scanning estrutural e fotografia de alta resolução.

Campanha de prospecção sistemática dos abrigos rochosos do planalto do Tchitundo-Hulo, no deserto do Namibe, um dos mais importantes conjuntos de arte rupestre da África austral.

Investigação arqueológica da antiga capital do Reino do Kongo, classificada Património Mundial da UNESCO em 2017.

Estudo dos concheiros costeiros da Baía Farta — acumulações de conchas, ossos e artefactos deixadas por populações pré-históricas.

Investigação das primeiras fornalhas de ferro documentadas no território angolano, associadas a oficinas metalúrgicas e necrópoles do complexo de Capanda.
Memória
do território

O Museu de Arqueologia de Angola é a instituição nacional responsável pela salvaguarda, estudo e divulgação do património arqueológico do território angolano.
Desde a sua fundação em 1976, o Museu reúne um acervo que documenta mais de 1,8 milhões de anos de presença humana em Angola, desde as mais antigas indústrias líticas africanas até aos grandes reinos pré-coloniais bantu.
A instituição articula quatro missões fundamentais: preservação das colecções nacionais, investigação arqueológica em campo e laboratório, formação de novas gerações de arqueólogos e divulgação pública do conhecimento sobre o passado de Angola.
Colaboramos com universidades angolanas, centros de investigação internacionais, a UNESCO e o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente para construir uma compreensão cada vez mais rica da história profunda do território.
Criação do Museu de Arqueologia de Angola em Luanda, integrado no Ministério da Cultura.
Primeiras grandes campanhas de investigação pós-independência nas escavações da Lunda.
Modernização do arquivo e abertura de novos departamentos de conservação e investigação.
Classificação da antiga capital do Reino do Kongo como Património Mundial da UNESCO.
Início da digitalização 3D sistemática do acervo em acesso aberto para investigação global.
Preservar
Conservar o acervo arqueológico nacional sob padrões internacionais de museologia e conservação.
Investigar
Conduzir e apoiar investigação em campo e laboratório em parceria com a academia angolana e internacional.
Formar
Educar novas gerações de arqueólogos, conservadores e investigadores angolanos.
Divulgar
Tornar o conhecimento arqueológico acessível ao público nacional e à comunidade científica global.
Actualidade
do Museu

Novos painéis rupestres documentados no Namibe
Equipa documenta mais de 120 figuras em abrigos até então inexplorados do planalto do Tchitundo-Hulo.
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"Cerâmicas do Kwanza" em Luanda
Mais de 200 peças da Idade do Ferro em exposição a partir de Maio.
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Boletim dedicado ao Lupembense
Edição especial reúne artigos de investigadores angolanos e internacionais sobre a cultura Lupembense.
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