Programa de longo prazo para digitalizar integralmente o acervo nacional do Museu através de fotogrametria 3D, scanning estrutural e fotografia de alta resolução.
A Colecção Nacional reúne mais de 14.200 peças catalogadas que documentam 1,8 milhões de anos de presença humana em território angolano. O programa de digitalização pretende tornar este acervo acessível globalmente, protegê-lo através de réplicas digitais de alta fidelidade e abrir novas possibilidades de estudo e divulgação.
Cada peça é submetida a um protocolo padronizado que combina fotogrametria multi-ângulo (entre 80 e 250 fotografias por objecto), scanning estrutural por luz branca para peças com superfícies complexas e documentação fotográfica em condições de iluminação controlada. O resultado é um modelo tridimensional com precisão submilimétrica, acompanhado de ficha catalográfica completa, proveniência estratigráfica e metadados técnicos.
O arquivo resultante é disponibilizado em acesso aberto através da plataforma digital do Museu, sob licenças Creative Commons, permitindo o seu uso em investigação, educação e divulgação cultural.
- 01Digitalizar integralmente o catálogo nacional (14.200 peças)
- 02Criar arquivo digital de acesso aberto
- 03Produzir réplicas digitais para investigação e educação
- 04Garantir a preservação digital a longo prazo
- ◆Fotogrametria multi-ângulo (Agisoft Metashape)
- ◆Scanning estrutural por luz branca (Artec)
- ◆Fotografia macro em condições controladas
- ◆Metadados normalizados em padrão LIDO / CIDOC-CRM
- ✓2.048 peças digitalizadas até ao presente
- ✓Plataforma digital pública lançada em 2024
- ✓Protocolos de digitalização partilhados com museus africanos



